Cinco caras fáceis na noite de Porto Alegre cantam os prós e contras de se aventurar no amor. Eles respiram o post-punk e indie-dance da virada dos anos 80 para os 90 e acham que Wilco e Kraftwerk têm absolutamente tudo a ver. Reverb nas guitas, histeria nos synths e um tambor frenético para chocar os desavisados.
Assistindo ao show se percebe uma quantidade acima da média de equipamentos no palco. Além da habitual bateria, baixo e guitarras que compõe a formação clássica das bandas de rock, os Volantes carregam para os shows uma parafernália que inclui kaosspad, laptop, mixer, processador em rack, três sintetizadores, kaossilator, um tambor, além dos quatorze pedais de efeitos para baixo, guitarras e synths. Sem contar a parte de cenário, que timidamente vai tentando achar espaço no palco.
Toda essa bagunça organizada resulta numa estética e sonoridade não tão comum. Guitarras alternando batidas dançantes com ruídos eletrônicos. Ambiências espaciais fazendo cama para programações e assovios ritmados com um tambor tribal caótico. Claro, que por trás disso há sempre uma canção. Escrita para ser cantada, compreendida e fazer sentido para mais de dez pessoas. Afinal é por isso que vivemos e morremos pela música pop.
Volantes é:
Arthur Teixeira – voz, guitarra e dedicatórias
João Augusto – guitarra, voz, sintetizador e tambor
Rodrigo Mello – bateria
Otavio Mastroberti – kaossilator, sintetizador, programações e kaos pad
Bernard Simon - baixo
Ouça, veja e fale com Volantes:
Kit imprensa: